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Louvor e Adoração

 

Louvor e Adoração

 

 

A Igreja existe para adorar a Deus. Certo pastor foi interrogado a respeito da quantos adoradores havia na sua igreja. Ele respondeu que haviam 400 pessoas assentadas nos bancos, mas adoradores mesmo, ele não sabia.

            Adorar é glorificar a Deus em tudo. Toda a vida do cristão deve ser de adoração.  Pecado é a desistência de adorar, o que pode ser definido como idolatria.

            Compartilhar com Deus é viver em constante dar e receber de Deus. Quando o homem foi criado, era à imagem e semelhança do seu Criador – tinha prazer na Sua presença. Depois o homem caiu e perdeu essa semelhança, e agora foge do Criador: Quebrou-se a adoração, criou-se uma barreira. O homem como nós não sente mais o desejo da presença de Deus para sentir-se bem, busca a satisfação nos seus próprios desejos e prazeres, no possuir, no ter, no valorizar a si mesmo, ser dono do seu próprio jardim. Não quer ser mais jardineiro.

 

  1. Qual a finalidade principal do homem?

 

            A finalidade principal do homem é cultuar a Deus e gozá-lo para sempre. É importante notar esta ordem: em primeiro cultuar e depois gozar, pois a mudança da ordem da seqüência trará conseqüências funestas para o homem: O homem nunca terá gozo e verdadeira realização, se não buscar a glória de Deus no seu culto, em primeiro lugar.

            O homem é salvo por conhecer a Deus (Jo 4:22); o conhecimento de Deus vem através de Jesus Cristo (Jo 17:3). Quando o homem adora a Deus, ele está cumprindo a razão da salvação. Em Jo 4:23 encontramos como adorar a Deus em Espírito e Verdade.

            Em resumo conhecer é o fundamento da salvação; adorar é a razão da salvação; em Espírito e em verdade é a maneira de adorar.

 

  1. Definição de adoração

 

            Uma definição completa de adoração está em I Co 10:31 e em IPÊ 4:11, podendo resumi-las assim: Adoração é glorificar a Deus em tudo. Não só na Igreja, mas nas ações, nos pensamentos, no falar, passeando, trabalhando, em cada atitude. Temos que fazer tudo para a glória de Deus. Toda a vida é ou deve ser de adoração. Quando esta adoração cessa, há pecado. Pecado é a desistência de adorar a Deus é adorar outra coisa que não seja Deus, é colocar coisa no lugar de Deus.

            Adorar Deus é amá-lo, temê-lo e servi-lo; isto inclui corpo, alma e Espírito.

 

  1. Prática da Adoração no Antigo Testamento

 

3.1 Sacrifício          

O salário do pecado é a morte. Como os atos do homem são pecaminosos, ele deveria morrer. A alternativa dada por Deus é a de um sacrifício que substitui o próprio homem, pagando a dívida estabelecida pelo pecado. No conceito do A.T. seus pecados são cobertos pela vida de um animal sacrificado. Gn. 8: 20 e Hb 10: 3

 

3.2 Sacerdócio

            O homem não pode entrar na presença de Deus por causa do seu pecado. O sacerdote então, purificado do seu pecado, entra na presença de Deus, intercedendo por todo o povo. O sacerdote substitui o homem por causa de sua pecaminosidade. A prática do Culto é feita por intermediário.

 

3.3 Local

            No conceito do A. T. o local para a prática da adoração é o Templo, onde a glória (Shequiná) de Deus habita, se manifesta.Dt. 12:11-14

 

Estas 3 coisas : sacrifício, sacerdócio e local são a manifestação da aliança de Deus para com o seu povo.

 

·    Outros aspectos

            Reconhecendo a sua posição – Salmos 24: 1-2

            Culto interno – Salmos 24: 3-4

            Benefícios no culto – Salmos 24:5

            Local do culto – Salmos 84:1

            Na aflição – Salmos 84: 2ª

            No júbilo – Salmos 84: 2b / ICR 15: 28-29

            Cortejo de Deus – Salmos 68: 24

            Com ordem – Salmos 68: 24

            Procuravam adoração – Salmos 63: 1-4

            Buscavam santificação – Salmos 63: 5-8

 

  1. A Adoração no Novo Testamento

 

Cristo agora estabelece uma nova aliança, onde Ele é o sacrifício, o sacerdote e o templo. Estes temas são desenvolvidos mais especificamente no livro de Hebreus.

 

4.1 Sacrifício

            Jesus se ofereceu como sacrifício pelos nossos pecados, uma vez por todas. Hb. 9:11-14

4.2 Sacerdócio

            Em Cristo, somos constituídos reino e sacerdotes para Deus. Cristo é o mediador, e se Cristo está em nós, somos então, mediadores. Ministros e membros da Igreja são sacerdotes. Todos podem dirigir o culto sendo mediadores. Hb.7:26-29; Hb.10:19-22;  IPe 2: 9; Ap. 5:10.

4.3 Local

            Cristo é a pedra viva, Ele, estando em nós, nos edifica a casa espiritual para sermos sacerdócio santo. Nós somos o santuário de Deus. A morada de Deus não é mais o templo constituído por mãos humanas, mas sim, a casa de Deus edificada por pedras vivas que vivem, formando o tabernáculo da nova aliança. I Pe. 2:5; Hb. 9:24; ICo 6:19-20; 12 e 3:16-17.

 

·        Contraste entre a velha e a nova aliança

 

            Este culto tem mais glória que o primeiro. Em II Co.3:7-8; vemos o exemplo de Moisés que cobria sua face para que o povo não atentasse na terminação do que se desvanecia (a glória de Deus refletida no seu rosto).Hoje não precisamos de véu porque o Espírito Santo que habita em nós, permite que tenhamos o rosto desvendado para recebermos a glória do Senhor, essência do culto. II Co 3:12-18

            O culto verdadeiro produz resultados. Tem que transformar o cultuante. O culto tem que separá-lo para Deus prepará-lo para o mundo. O agente da transformação é o Espírito Santo de Deus, o alvo da transformação é a imagem de Cristo e o resultado é a glória.

            Não podemos adorar por nós mesmos. Há necessidade da atuação do Espírito Santo para passarmos das sombras para a realidade. Ninguém pode guardar a letra, a “letra mata”, mas o espírito vivifica, então nossa adoração deve ser feita pelo Espírito. II Co. 3: 5-6

 

·        Outros aspectos do Culto verdadeiro:

 

Gozo da presença de Deus - Mt. 27:46

Obediência a verdade – IPe. 1:22

Regeneração -  IPe. 1:23

Renovação espiritual -  IPe. 1:25

Afastamento do pecado - IPe. 2:1

Produz desejo de relacionar com Cristo - IPe. 2:2-3

Produz atitude - IPe. 2:4

Nos entregamos a Deus – IPe 2:4

Temos comunhão com Deus e com os irmãos –Mt 18:15-20/ ICo 12; 14:3-5

 


  1. A prática ritual da adoração : o que faço quando adoro?

 

·        Rito Externo – a forma, prática religiosa

Sempre existirá a forma de cultuar a Deus. Aliás, é necessário tomar cuidado com a frase moderna: “Culto sem religião”, porque adorar exige também uma forma: ritos, hinos, cultos, reuniões, etc. É errônea a idéia de abolir a igreja local, por causa da hipocrisia que existe dentro dela, ou qualquer outra causa atribuída por pessoas que estão propagando esta idéia. Exemplo disto está na própria bíblia, quando nos mostra o céu, quando adoraremos perfeitamente e totalmente a Deus, iremos também nos curvar, cantaremos hinos, e isto sem dúvida nenhuma é uma forma externa de culto.

 

1)     Formas de expressão:

Compartilhando - Salmos 9:1; Salmos 105:2

Com instrumentos – Salmos 149 :3

Cantando – Salmos 28:7; Salmos 89:1

Salmodiando – Salmos 30:4; Salmos 47:6

Dançando – Salmos 150:4; Ex. 15:20

Com palmas – Salmos 47:1; Salmos 98:8

Com bandeiras – Salmos 20:5

Erguendo as mãos – Salmos 134:2; Salmos  63:4

Orando – Fl. 4:6

Com os lábios – Salmos 63:3; Salmos 119:171

Com ações de graça – Salmos 147:7; Salmos 92:1; Salmos 136:1

Bendizendo – Salmos 134:1

 

A.1  Não ao julgamento

Romanos 14

I João 1:7

 

A. 2 Rito interno – a adoração em espírito e em verdade

Sem dúvida é uma parte muito importante, pois sem ela, o culto externo perde o seu valor (Is 1:10-16; I Sm 15:22)

Isto prova como o rito em si mesmo não tem valor algum, aliás, se não for acompanhado pelo culto interno, o Senhor o tem abominável.

O rito interno pode ser apresentado através de três idéias.

 

 

 

B.1 Meditação

 

Quando está adorando, o homem faz uma idéia de Deus, imagina como seria Deus. Não tentando estabelecer uma idéia fotográfica d’Ele ou uma imagem física na mente, mas usando palavras bíblicas, ou expressões que definam Deus. Is. 6:1


  B.2 Necessidade

 

         O homem, quando entra na presença do Senhor, vendo a sua grandeza, santidade, e poder, precisam reconhecer a sua pequenez.

  O homem que não sente sua condição de pecaminosidade está sem condições de estar na presença de Deus, não podendo verdadeiramente adorá-lo. Quando vemos a glória de Deus, nosso pecado é perdoado em Cristo Jesus, a nossa adoração vai estar temperada de temor e tremor. Salmos 47:2; Is. 6:5

 

B.3 Coração Teocêntrico – base da verdadeira adoração

 

Reconhece os atributos de Deus Salmos 139:7-9; I Co 29:11-13

Reconhece o senhorio de Deus I Co 10 :31; II Co 5:15 Fp. 1:21;

Rm 8:28; At. 16:25

Reconhece as obras de Deus – Salmos 40:5; Salmos 111:1-2

Lc. 19:37

Louva com entendimento – Salmos 47:7; I Co 14:15

Louva com o coração – Salmos 138:1

Com gratidão Cl. 3:15; I Ts 5:18

Com ações de graça Salmos 147:7; Salmos 92:1

Constantemente Salmos 71:6; Salmos 146:2

Espontaneamente Salmos 51:15; Is. 51:1

Só por causa da graça Hb. 13:15; Rm 5:1-2

 

O Homem sente a alegria de estar perdoado, por se sentir realizado intimamente, cumprindo a finalidade para qual Deus o fez, o criou. É impossível o homem gozar da presença de Deus antes de adorá-lo verdadeiramente.

 

  1. Conclusão geral

 

            O Senhor procura verdadeiros adoradores, que o adorem em espírito e em verdade, mas esta busca não está sendo satisfeita. Temos muitas pessoas no culto, nas igrejas, mas pouco adoradores.

            O fruto de uma adoração genuína é o gozo e realização interna. Porque não estamos sentindo isso? Quantos adoradores existem na sua igreja? Você está sendo um adorador verdadeiro? Que você vai fazer agora?

 

 

 

           

 

 

 

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